“Tenho saudades de ti…ai!, São Paulo, - Rosa de Espanha no hibernal Friul - Quando o estudante e a serenata acordam As belas filhas do país do sul”. Antônio Castro Alves.
São Paulo no Século XIX. A cidade de todos os brasileiros, a sede universal da Babel de todas as línguas. Sevilhana (por isto, Rosa Espanha). Sefardita no mameluco que singra o Tietê e o Peabiru no fogo incontido a derrubar Tordesilhas. O calabrês e o mascate que viram barões do café. O pau de arara, a bandeira que retorna ao porto de Piratiniga. As dores de parto de minha mãe, da Iguatemi até a Maternidade São Paulo e eu solto nesta Cidade do Sol, em que tudo é à Liberdade natural da vida: a Pátria dos que querem lutar e vencer.
Eu te amo São Paulo de Piratininga em seu coração frenético que bate nas Arcadas, qual o sino que sempre nos chama a viver.
